quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Agência Brasil - Redução da criminalidade nas cidades passa por policiamento nas fronteiras, diz governo - Segurança

 
7 de Dezembro de 2009 - 19h35 - Última modificação em 7 de Dezembro de 2009 - 23h38


Redução da criminalidade nas cidades passa por policiamento nas fronteiras, diz governo

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

 
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Renato Araújo/ABr
Brasília - O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, participa da abertura do Encontro Nacional sobre as Ações de Inteligência de Segurança Pública nas regiões fronteiriçasBrasília - O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, participa da abertura do Encontro Nacional sobre as Ações de Inteligência de Segurança Pública nas regiões fronteiriças
Brasília - A redução da criminalidade nos centros urbanos deve passar também pela segurança nas fronteiras, afirmou hoje (7) o secretário de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Ricardo Balestreri, logo após participar da abertura do Encontro Nacional sobre as Ações de Inteligência de Segurança Pública nas Regiões Fronteiriças - Policiamento Especializado na Fronteira.

De acordo com Balestreri, grande parte do armamento ilegal que existe no país entra no Brasil por meio das regiões de fronteira e chegam mas mãos dos criminosos. Ele disse ainda que no Brasil nunca houve uma política de segurança específica para as fronteiras, o que sempre houve foi uma política nacional de segurança, que incluía as fronteiras, feita pelas Forças Armadas.

“Precisamos de polícia na fronteira para fazer papel de polícia na fronteira. Não é possível num país com 35 mil quilômetros de fronteira seca e marítima não termos um sistema pleno de guardamento das fronteiras”.  

O secretário disse também que no Rio Grande do Sul, onde o governo federal está  investindo maciçamente em segurança pública na região da fronteira com o Uruguai, já houve uma redução da criminalidade no campo em 20% e um aumento de 40% na apreensão de armas e drogas nos últimos seis meses. Essa mesma cooperação esta sendo acordada com o governo da Guiana Francesa, onde o secretário espera que haja o mesmo resultado alcançado no Sul.

Ele disse ainda que depois que estiver montado um sistema de segurança nas fronteiras secas, será montado um sistema marítimo, para que o crime não migre das fronteiras secas para a marítima. “O próximo passo é um sistema de guardamento marítimo que o Brasil não tem. Temos a Marinha guardando as fronteiras, mas ela não tem função de polícia, por isso precisamos de uma guarda costeira”.


Edição: Rivadavia Severo  


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