terça-feira, 4 de agosto de 2009

Agência Brasil - Desde março, pelo menos 1,7 mil vidas foram poupadas no Rio com a Operação Lei Seca - Violência

 
1 de Agosto de 2009 - 13h58 - Última modificação em 1 de Agosto de 2009 - 18h19


Desde março, pelo menos 1,7 mil vidas foram poupadas no Rio com a Operação Lei Seca

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - Desde o início da Operação Lei Seca no Rio, em 19 de março deste ano, mais de 25 mil motoristas foram abordados, cerca de 5 mil multas foram aplicadas e quase 3 mil carteiras de habilitação foram apreendidas. Dados do governo estadual mostram que nesse período pelo menos 1.700 vidas foram poupadas.

O Sindicato das Associações de Taxistas da cidade aderiu à iniciativa do governo fluminense e 15 mil dos 38 mil profissionais que circulam pelas ruas da cidade já aderiram à operação, exibindo o adesivo da campanha.

Para facilitar o embarque de passageiros nos locais onde a bebida alcoólica é consumida livremente, como bares e casas de show, a Subsecretaria de Governo vai pedir à prefeitura do Rio que autorize os taxistas a fazer paradas em locais não autorizados.

Devido às ações de conscientização – durante as quais são distribuídos panfletos explicativos e adesivos – dos mais de 38 mil condutores abordados desde o início das blitzen, pouco mais de 2,5 mil (menos de 10%) se recusaram a fazer o teste do bafômetro.

Em nota distribuída pelo Palácio Guanabara, o coordenador da Operação Lei Seca, Carlos Alberto Lopes, afirma que não é contrário à bebida, mas favorável à vida.

“O sujeito pode beber o quanto quiser, mas na hora de voltar para casa, tem que ter a consciência de que bebida e direção não combinam”, diz ele na nota.

A nota informa que o governo do Estado está ampliando o efetivo para aumentar a fiscalização em pontos móveis da capital, Baixada Fluminense e Região Metropolitana (Niterói, São Gonçalo e Itaboraí).

Dados divulgados pelo Palácio Guanabara indicam que o governo federal gasta R$ 30 bilhões com internações hospitalares, indenizações, remoção e recuperação de veículos acidentados. No estado, 65% dos acidentes de trânsito são causados por motoristas embriagados, provocando a morte de 2.500 pessoas e deixando 35 mil feridos por ano.



Edição: Tereza Barbosa  


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